Você está lá, taxa de rolagem, IOF, deficit em conta corrente.
Aí você acha um babador na bolsa.
É o momento "oooun" do dia.
PS: A não ser que o babador esteja sujo. Aí é o momento "putaquepariu".
Jornalista, gosta de moda, maquiagem e televisão, mulher do husband e, principalmente, mãe da Lara.
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terça-feira, abril 26, 2011
terça-feira, fevereiro 01, 2011
O retorno
A minha volta ao trabalho foi assim: Lara acordou na segunda quase meia hora antes do normal. Já quase chorei pensando que a menina estava sentindo que eu iria abandoná-la e já estava traumatizada. Chorei muito no banho e comecei a me vestir. Quando eu peguei o absorvente de seios – puro glamour aqui – comecei a soluçar. Quando vi um pedaço de papinha seca no cinto que eu usaria – glamour só aumenta – achei que teria um troço.
Me controlei, saí de casa deixando a Dona Gata dormindo. Quando a babá fechou a porta atrás de mim, chorei muito – maldita, vai ficar com a minha filha o dia inteiro ainda bate a porta.
Fui no carro chorando e ouvindo música alta, bem estilo novela. Husband ainda me ligou no meio do caminho, pense numa pessoa soluçando desesperada. Elevador é outro lugar bom de chorar lembrando novela das oito. Me recompus, marchei firme no salto que eu voltei a andar até a firma.
Quando eu abri a porta, as primeiras pessoas foram mães, que olharam para mim e disseram : ooooun. Pronto, chorei no meio da redação. Um choro discreto, mas ainda bem que não tinha chefe por perto.
Depois da reunião, saí correndo para almoçar. Meu pai me liga e eu engasgo. Correria total, dá papinha, almoça, amamenta, já é hora de se arrumar correndo e voltar para trabalhar mais um pouco – deixei filtro solar, batom e creme para as mãos no carro, multitasking, sim eu sou.
À tarde, meu olho encheu de lágrimas diversas vezes devido aos diversos oooouns ouvidos. Liguei só umas trezentas vezes para casa, mas husband deu uma força ficando em casa à tarde nessa semana. Quando saí do trabalho, Lara estava na casa da minha sogra e husband voltou correndo com ela pra eu ver com urgência!!! Nos encontramos no elevador e, por um segundo, achei que Lara não havia me reconhecido. Pensa em um coração partindo! Mas depois ela entendeu que era eu e chorou para mamar, hehe. Depos, atrasei um pouquinho o horário dela dormir pra poder ficar com ela. E chorei do lado do berço...
PS: Lágrimas à parte, não vou mentir e dizer que foi de todo ruim. Eu gosto do meu trabalho, faço muita coisa interessante e vejo muita gente animada que alegra o meu dia. O ruim é ter que ficar longe da minha pequena. E os momentos que passamos juntos são tão corridos!! Mas vamos nos adaptar, tenho certeza. Apesar do drama do post anterior, eu fiz tudo o possível para que ela fique bem – o que, no caso de uma control freak como eu, inclui até um caderno para a babá anotar tudo o que acontece com Larinha, inclusive troca de fraldas (cocô ou xixi?). E acho que ela ficar em casa vai funcionar melhor para a nossa família, principalmente para mim que não tenho horário de entrar ou sair do trabalho. Mas fim de semana eu não quero desgrudar um minuto da Princesola. OMG, vou chorar de novo.
Me controlei, saí de casa deixando a Dona Gata dormindo. Quando a babá fechou a porta atrás de mim, chorei muito – maldita, vai ficar com a minha filha o dia inteiro ainda bate a porta.
Fui no carro chorando e ouvindo música alta, bem estilo novela. Husband ainda me ligou no meio do caminho, pense numa pessoa soluçando desesperada. Elevador é outro lugar bom de chorar lembrando novela das oito. Me recompus, marchei firme no salto que eu voltei a andar até a firma.
Quando eu abri a porta, as primeiras pessoas foram mães, que olharam para mim e disseram : ooooun. Pronto, chorei no meio da redação. Um choro discreto, mas ainda bem que não tinha chefe por perto.
Depois da reunião, saí correndo para almoçar. Meu pai me liga e eu engasgo. Correria total, dá papinha, almoça, amamenta, já é hora de se arrumar correndo e voltar para trabalhar mais um pouco – deixei filtro solar, batom e creme para as mãos no carro, multitasking, sim eu sou.
À tarde, meu olho encheu de lágrimas diversas vezes devido aos diversos oooouns ouvidos. Liguei só umas trezentas vezes para casa, mas husband deu uma força ficando em casa à tarde nessa semana. Quando saí do trabalho, Lara estava na casa da minha sogra e husband voltou correndo com ela pra eu ver com urgência!!! Nos encontramos no elevador e, por um segundo, achei que Lara não havia me reconhecido. Pensa em um coração partindo! Mas depois ela entendeu que era eu e chorou para mamar, hehe. Depos, atrasei um pouquinho o horário dela dormir pra poder ficar com ela. E chorei do lado do berço...
PS: Lágrimas à parte, não vou mentir e dizer que foi de todo ruim. Eu gosto do meu trabalho, faço muita coisa interessante e vejo muita gente animada que alegra o meu dia. O ruim é ter que ficar longe da minha pequena. E os momentos que passamos juntos são tão corridos!! Mas vamos nos adaptar, tenho certeza. Apesar do drama do post anterior, eu fiz tudo o possível para que ela fique bem – o que, no caso de uma control freak como eu, inclui até um caderno para a babá anotar tudo o que acontece com Larinha, inclusive troca de fraldas (cocô ou xixi?). E acho que ela ficar em casa vai funcionar melhor para a nossa família, principalmente para mim que não tenho horário de entrar ou sair do trabalho. Mas fim de semana eu não quero desgrudar um minuto da Princesola. OMG, vou chorar de novo.
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segunda-feira, dezembro 20, 2010
Gone

E o motivo do sumiço é: primeira viagem de avião da Lara na quinta + fim de ano e presentes para comprar, confraternizações para comparecer + Lara que completou quatro meses, virou rebelde e disse que nunca mais na vida vai dormir de dia. Só no peitinho da mamãe e pronto.
É isso. Esqueçam o bebê anjo. Lara versão quatro meses só dorme de dia se for no peito ou muito embalada - ela ainda não descobriu que pode ser rebelde à noite também - estranha as pessoas, faz escândalo em churrascos e não dorme mais no barulho, ou seja, se mamãe está comigo na rua é porque ainda é hora de estar acordada, não importa se já são 22h. Toma essa dura, mamãe.
E ela está tãaao linda!!! Ela decidiu também que, como é a única capaz de por o pé na boca nessa casa, não fica mais deitada. É colocar ela deitada para ela endurecer a cabeça e tentar levantar, hehe. O programa preferido é ficar sentada escorada em travesseiros assistindo a Galinha Pintadinha ou Discovery Kids. TV de babá, sim eu faço!
Porque a babá de verdade não pode nem trocar fralda aqui em casa. Eu volto a trabalhar no fim de janeiro e não tenho coragem de deixar a dita cuja encostar na minha filha. Eu contratei a moça super recomendada, de confiança, com muita experiência. E agora estou com ódio dela. Não pode nem chegar perto da minha filha que eu fico com raiva!! Eu não sei o que vou fazer, será que se eu botar a Lara num sling e levar pro trabalho alguém vai perceber??
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segunda-feira, abril 28, 2008
Pós
Então, eu não contei para vocês, mas a partir de hoje eu passo a ter ainda menos tempo, o que pode acarretar um ainda maior abandono deste bloguito. Hoje começa a minha pós. Eu resolvi que estava passando da hora de voltar a estudar, estava me sentido emburrecer, sabe, desperdiçando toda a minha capacidade de fazer sinapses, hehe. Apesar de ter perdido minas noites livres (adeus, Pushing Daises, so long Gossip Girls, Ugly Betty, como eu vou viver sem você????), acho que vai valer a pena. Quero aprender, sentir a cabeça se esforçando para entender, essas coisas. É uma pós em economia do setor público (olha que legal, Ice??), então, para uma jornalista, que mal sabe fazer regra de três, vai ser um desafio. Um desafio bom, que espero, daqui a um ano e meio, ter superado.
terça-feira, abril 22, 2008
Up to here
EU NÃO AGUENTO MAIS O CASO ISABELLA!! Não suporto mais a tv falando da morte da “pequena” Isabella. Não suporto os psiquiatras ridículos “analisando” a entrevista dos acusados. “Eles não estão normais, estão constrangidos, blá,blá,blá”. Isso até eu.
Não agüento essas pessoas que vão para a porta da casa xingar e tentar invadir (!!!!) como assim??? Que colam cartazes, que tentam agredir. Vamos canalizar essa energia melhor? Esse caso, minha gente, será resolvido, não precisa de você, popular, ir para a porta gritar “assassino”. Por que você não vai gritar “corrupto” para políticos que estão soltinhos da silva? Por que você não vai gritar na porta do STF para que o julgamento das pesquisas com células-tronco seja retomado? Por que você não vai tentar apagar a tocha olímpica em prol do Tibet, que seja!!
Chega desse efeito tostines em que “a opinião pública fica vidrada em um caso porque a imprensa fala 24h sobre isso, ou a imprensa fala 24h sobre isso porque a opinião pública fica vidrada em um caso”. Eu cansei. Sério mesmo, mudo de canal na primeira análise, na primeira reprodução virtual do quarto, na primeira revelação dos laudos periciais. Chega, espero a Justiça e as conclusões finais, até lá, não vejo mais nenhuma matéria.
Não agüento essas pessoas que vão para a porta da casa xingar e tentar invadir (!!!!) como assim??? Que colam cartazes, que tentam agredir. Vamos canalizar essa energia melhor? Esse caso, minha gente, será resolvido, não precisa de você, popular, ir para a porta gritar “assassino”. Por que você não vai gritar “corrupto” para políticos que estão soltinhos da silva? Por que você não vai gritar na porta do STF para que o julgamento das pesquisas com células-tronco seja retomado? Por que você não vai tentar apagar a tocha olímpica em prol do Tibet, que seja!!
Chega desse efeito tostines em que “a opinião pública fica vidrada em um caso porque a imprensa fala 24h sobre isso, ou a imprensa fala 24h sobre isso porque a opinião pública fica vidrada em um caso”. Eu cansei. Sério mesmo, mudo de canal na primeira análise, na primeira reprodução virtual do quarto, na primeira revelação dos laudos periciais. Chega, espero a Justiça e as conclusões finais, até lá, não vejo mais nenhuma matéria.
quarta-feira, abril 16, 2008
Woman at work
Gente, eu vou mostrar para vocês agora um exemplo de profissionalismo e concentração: eu trabalhando. Reparem nos olhinhos apertados tentando absorver toda a informação!!!
É óbvio, né, que o dia em que eu apareço na tv eu estou com o cabelo todo zoado. Se a mãe vir vai dizer "porque você não passou pelo menos um batom!!". Mas reparem no meu brinco de borboleta tanto que é lindo!!!
segunda-feira, abril 07, 2008
Fatos da vida

Fato número 1: Todas as velhinhas de 70 anos da minha academia pegam, pelo menos, o dobro do peso que eu pego
Fato número 2: Você nunca na sua vida conseguirá comer bem e manter uma dieta equilibrada sendo jornalista.
Fato número 3: O tamanho dos textos desse blog é diretamente proporcional ao tempo livre da autora.
quinta-feira, abril 03, 2008
Pré-julgamento
A Renata levantou a bola e eu me lembrei: Caso Escola Base. Essas três palavras são capazes de calar qualquer jornalista em uma discussão, principalmente em casos de pré-julgamento.
Em 1994, a imprensa noticiou que os donos da Escola Base, no bairro da Aclimação, em São Paulo, abusavam de crianças de cinco e seis anos. Os transportadores estariam envolvidos no “esquema”. Imaginação infantil + mães desesperadas + um delegado que queria aparecer. Nada ficou provado, o inquérito foi arquivado, as reputações dos donos da escola foram destruídas para sempre.
Lembro sempre desse caso toda vez que a imprensa condena alguém antes mesmo do juiz. Não estou querendo defender ninguém aqui. Mas, imagina se o pai dessa Isabela for inocente? Como parecem ser os da Madaleine, na Inglaterra, que foram acusados sucessivas vezes. Imagina a dor de ter seu filho morto ou desaparecido e você ainda ser acusado.
Lembram do caso da cocaína na mamadeira? Uma mãe foi acusada de ter colocado cocaína no leite da filha pequena, que morreu. Laudo final: não havia droga nenhuma na mamadeira.
Eu sou jornalista, e sei o quanto é difícil se segurar diante de uma provável bomba (ainda mais eu, que sou super ansiosa). Mas é preciso ter responsabilidade, e ir devagar antes de julgar alguém. Eu não sei que provas a polícia tem, ou se têm alguma. Mas espero que o assassino real seja preso e os inocentes saiam ilesos dessa história.
PS: Quem quiser saber mais sobre o caso Escola Base, tem um livro excelente “Caso Escola Base Os Abusos da Imprensa”, de Alex Ribeiro.
Em 1994, a imprensa noticiou que os donos da Escola Base, no bairro da Aclimação, em São Paulo, abusavam de crianças de cinco e seis anos. Os transportadores estariam envolvidos no “esquema”. Imaginação infantil + mães desesperadas + um delegado que queria aparecer. Nada ficou provado, o inquérito foi arquivado, as reputações dos donos da escola foram destruídas para sempre.
Lembro sempre desse caso toda vez que a imprensa condena alguém antes mesmo do juiz. Não estou querendo defender ninguém aqui. Mas, imagina se o pai dessa Isabela for inocente? Como parecem ser os da Madaleine, na Inglaterra, que foram acusados sucessivas vezes. Imagina a dor de ter seu filho morto ou desaparecido e você ainda ser acusado.
Lembram do caso da cocaína na mamadeira? Uma mãe foi acusada de ter colocado cocaína no leite da filha pequena, que morreu. Laudo final: não havia droga nenhuma na mamadeira.
Eu sou jornalista, e sei o quanto é difícil se segurar diante de uma provável bomba (ainda mais eu, que sou super ansiosa). Mas é preciso ter responsabilidade, e ir devagar antes de julgar alguém. Eu não sei que provas a polícia tem, ou se têm alguma. Mas espero que o assassino real seja preso e os inocentes saiam ilesos dessa história.
PS: Quem quiser saber mais sobre o caso Escola Base, tem um livro excelente “Caso Escola Base Os Abusos da Imprensa”, de Alex Ribeiro.
quarta-feira, março 05, 2008
Retrocesso
Hoje caí de pára-quedas e acabei cobrindo o julgamento do STF sobre células-tronco embrionárias. Foi histórico. Impressiontante, e muito difícil não tomar lado. Como alguém pode, naquele mar de cadeirantes, ainda defender que embriões que vão para o lixo têm direito... a quê? A permanecerem congelados? A cumprirem seu destino e ir realmente para o lixo?
Não se está falando de criar embrioes especificamente para pesquisa mas de aproveitar aqueles que já existem e serão descartados de qualquer jeito. Como alguém pode ser contra? Quase chorei inúmeras vezes. Muito difícil não ser emotiva quando o próprio ministro do STF gagueja ao contar a história da menina que pediu para a mãe que colocasse pilhas nela para que ela pudesse andar como a boneca. Piegas? Não sei. Mas triste, triste e com uma luz real e palpável no fim do túnel.
PS1: O fato de eu tomar lado não compromete o meu trabalho de jornalista. Se a Lorenna pessoa física é a favor, a Lorenna repórter não é a favor nem contra, apenas reproduz o que vê. Para isso existem técnicas. Podem olhar lá que eu procurei equilibrar o número de matérias contra e o a favor. Tenho convicções próprias, mas continuo o mais imparcial que se é possível ser.
PS2: A não ser quando o assunto é o bosta do Marcelo.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Tensão

E está aquela história de que uma empresa vai comprar a outra, uma empresa vai comprar a outra e eu o dia inteiro com o c (de coração) na mão “meu deus, será que alguém vai me contar?”. E liga para um liga para o outro e o medo do “leia amanhã na concorrência”. Puta profissão de corno que não me dá um minuto de paz.
Atualização às 20h10: Muitas informações ultra-secretas hj, eeee! Amanhão continua o suplício.
segunda-feira, janeiro 28, 2008
It hurts
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Marchinha
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Comunicado 000000002
Comunico que farei um post sobre a vitória merecida da Mariana Velho no BNTM assim que me aposentar, porque, pelo jeito, eu não vou parar de trabalhar até lá. Trabalhei 14 horas ontem, 11 anteontem e, hoje, também deve passar de 10h.
Grata pela compreensão.
Lorenna
Grata pela compreensão.
Lorenna
sexta-feira, novembro 30, 2007
No avião
Não gosto de falar de trabalho aqui mas essa eu tenho que contar: Adoro viajar de avião. Sério mesmo, ao contrário de uns e outros (hihi) eu gosto do clima do aeroporto, da decolagem, que parece montanha russa, de ouvir o canal Disney no rádio, de receber o nutry...
Estou eu, relaxada na minha poltrona, ou pelo menos “as relaxed as one can be” na poltrona do meio, quando a pessoa do lado chega. Um executivo gordo com uma mala de mão que ele coloca no bagageiro. Eu nem olho na cara dele. O executivo lê jornal, ronca alto, come, e me dá uma super cotovelada, pede desculpa. E eu lá “cinderela, cinderela, lava roupa cinderela...”. Chegamos a Porto Alegre, o avião pousa, levanto para pegar minha bagagem e, para minha surpresa, o executivo é simplesmente A fonte do setor elétrico, o cara que eu poderia ter entrevistado durante duas horas e meia e eu não percebi!!! Estou arrasada!! Sou péssima de visão periférica, mesmo, como que eu não percebo o cara do meu lado!! Será que se eu mostrar o roxo no braço ele me dá uma exclusiva para compensar??? Serio, perdi O furo, arrasada!!
Estou eu, relaxada na minha poltrona, ou pelo menos “as relaxed as one can be” na poltrona do meio, quando a pessoa do lado chega. Um executivo gordo com uma mala de mão que ele coloca no bagageiro. Eu nem olho na cara dele. O executivo lê jornal, ronca alto, come, e me dá uma super cotovelada, pede desculpa. E eu lá “cinderela, cinderela, lava roupa cinderela...”. Chegamos a Porto Alegre, o avião pousa, levanto para pegar minha bagagem e, para minha surpresa, o executivo é simplesmente A fonte do setor elétrico, o cara que eu poderia ter entrevistado durante duas horas e meia e eu não percebi!!! Estou arrasada!! Sou péssima de visão periférica, mesmo, como que eu não percebo o cara do meu lado!! Será que se eu mostrar o roxo no braço ele me dá uma exclusiva para compensar??? Serio, perdi O furo, arrasada!!
quinta-feira, novembro 29, 2007
Man at work
Gente, eu sei que eu estou extremamente relapsa com o meu bloguito querido, mas é porque essa semana está froids. Estou trabalhando muito, 24/7 mesmo, e vou hoje a trabalho para Porto Alegre, só volto sábado. Semana que vem prometo que escrevo mais!!
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