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segunda-feira, janeiro 06, 2014

Companheirinha



Estamos aqui na DPF – Depressão pós-férias. Voltar para a cinzenta e chuvosa Curitiba depois de 15 dias de céu ensolarado em um périplo que incluiu Brasília, Goiânia, Itaberaí (GO) e Rio de Janeiro, minha gente, não é fácil. Mais difícil ainda é não deixar a DPF passar pra pequena, haja playdate!!
Estava com medo de ser muita cidade pra pouco tempo pra baixinha, mas a menina é a nossa companheirinha, não é a toa que ela ganhou o apelido. A menina vai pra cima e pra baixo e se esbalda, gosta demais de uma bagunça, quem sai aos seus...
Foi a atração das festas de Natal brasilienses, dormiu na casa da minha amiga (com o amiguinho) pra mãe poder beber festejar um dia em uma Brasília avóless, se esbaldou em Goiânia com a avó (gente, eu não dei um banho, um almoço, um leite!!!), se divertiu à beça no Natal com as primas grandes que a deixavam ganhar todos os jogos e a maquiavam (pense em uma menina que realizou todos os sonhos!), deixou comida para o papai noel, ganhou uma bicicleta bem pequena (eu tenho trauma que meu pai me deu uma bicicleta que eu demorei uns cinco anos pra conseguir andar), mas gostou mesmo foi do equipamento de proteção que ganhou da tia, hohoho.
E depois, uma semana de Rio de Janeiro. Foi a vez que mais aproveitou a praia, disparado! Só queria saber do mar, e não servia o rasinho, queria ficar no fundo. Aprendeu a furar onda, a fechar bem a boca para não engolir água, o pai fez uma ginástica danada, porque eu até entrei na água que este ano estava quentinha (confesso que nos outros anos eu nem testei), mas em uma das poucas vezes que consegui segura-la na água, levei um caldo enorme, no que ela levantou e disse “mamãe, esse foi radical”, hohoho.
A gente aproveitou também, muitas festas, muitos amigos, Lara com os avós, papais na gandaia, kkkkk.
Ela, por sua vez, adorou o réveillon, foi ver os fogos em Copa, tapou os ouvidos para não ouvir o barulho e ainda reclamou quando acabou. Na volta, disse no colo do pai “papai, minha pilha acabou”. Fechou os olhos e dormiu. Até quase meio-dia, que era o horário que acordava todo os dias. Um milagre de verão.



2014,seja bonzinho com a gente. Quero muita saúde. Muito trabalho. E minha família unida. Tks.  

domingo, janeiro 29, 2012

Lara em Gramado e na escola



Comecei o ano com direito a alguns dias de férias e, como não consigo parar quieta, peguei Lara e segui husband que iria trabalhar em Porto Alegre. Ficamos dois dias na capital gaúcha, ele trabalhando o dia inteiro e eu procurando o que fazer com a Lara. No primeiro dia, foi ótimo, saí a pé do meu hotel no centro, enfrentei o tumulto com carrinho e fomos ao Mercado Municipal, Museu de Arte, praças... No segundo dia, porém, choveu. E vou te contar, viajar com criança sozinha é tipo dançar creu, tem que ter disposição. Viajar com criança sozinha em dia de chuva, é velocidade cinco. Peguei um táxi e fui parar no refúgio das mães no dilúvio, o shopping. Andei o dia inteiro, aproveitei promoções, Lara dormiu horrores no carrinho, mas depois eu já não agüentava mais e até ver Alvin e os Esquilos 3 com ela eu fui (claro que ela não agüentou o filme todo, mas deu um descanso, hehe).
No fim de semana, partimos para uma daquelas viagens que sempre disse “quando tiver filho vou fazer”: Gramado no Natal . Ok, era meio de janeiro, mas o Natal lá vai de novembro até o primeiro mês do ano. E aí, mesmo com chuva, foi sensacional. No primeiro dia andamos muito (capa de chuva no carrinho e no marido que empurrava o carrinho, guarda-chuva para mim), fomos na Vila do Natal, andamos de carrossel, almoçamos um galeto (Lara comeu polenta, olha só como eu fico liberal em viagens), vimos um musical de Natal (e ela AMOU, viu tudo, riu muito e quis abraçar os personagens no final, vimos o famoso coral da Árvore Cantante e aí ela capotou no carrinho tanto que mamãe e papai puderam comer uma sequencia de foundue inteira com ela dormindo.
No dia seguinte, fez sol (aleluia) e pudemos ir na Aldeia do Papai Noel, que Lara ama!! Ver o Natal pelos olhos dela é muito lindo, ela, que já falava o mais fofo dos “papai (pausa) oiel”, aprendeu a dizer “ena”, “tenzinho”... Almoçamos uma massa deliciosa (Cantina Pastaciutta), vimos a Parada do Natal e, infelizmente, era hora de ir para casa (jaaaaaa).
Escola
Cheguei em casa e tive que lidar com a realidade que vinha adiando: a babá grávida. Já tinha pedido umas indicações, nao achava nada que me agradava, a babá faltando cada vez mais e eu levando Lara para a empregada da sogra olhar. Horrível. Pensei muito, conversei com o marido, e resolvi antecipar a entrada da Lara na escola, que previa acontecer só em agosto.
Na minha opinião, ela ficava na casinha dela até os 2 anos ou até mais, se tivessem mais crianças da idade dela por perto. Mas a idéia de deixa-la com uma pessoa estranha, em quem eu ainda não confio, o dia inteiro, não me agradou. Achei melhor coloca-la na escolinha a tarde (sem crase nesse computador!!), já que so saio no fim da manha para trabalhar. A baba so terá filho em junho, em abril eu estou de férias e lido com a contratação de outra pessoa.
Ai começou um outro parto: escolher a escola. Com o agravante que as matriculas já haviam sido feitas e faltavam vagas em muitas delas. Na primeira escola que eu fui (e que gostava do método) não tinha vaga a tarde. Passei duas semanas perambulando por Brasilia, triste por não encontrar nada que gostava. Ou tinham crianças demais (25 bebes de 1 ano e meio em uma sala e muita gente!!!!), ou professoras de menos, ou estrutura nenhuma, ou a grama era sintética (minhas amigas falam que eu sou doida e implico com as coisas mais surreais, hohoho). E TODAS servem bolo de cenoura com chocolate para bebes de 1 ano. Por que, meu Deus, por que???
Só sei que nenhuma agradou o meu coração (ooooun).
Na quarta-feira eu já estava desesperada, olhando escolinhas a quilometros, quando a secretaria da primeira escola me liga dizendo que uma mãe passou o filho para o periodo da manha e surgiu uma vaga. Graças a Deus. No dia seguinte, matriculei minha filha na escola do jeitinho que eu queria: pequena, poucos alunos por sala, o numero suficiente de professoras e auxiliares, um método não muito tradicional mas não totalmente alternativa e que o lanche e mandado de casa. (Só o preço não me agradou, mas todas são um absurdo de caro).
Aulinhas começam amanha. Estou contente com a escolha, mas nem por isso menos tensa e emocionada. Ver minha gata de uniforme é tipo Galvao Bueno: teste para cardíaco.

PS: Tem ainda o capítulo “A mochila”. Full disclosure: não tenho problema nenhum com as princesas da Disney nem com o fato de que minha filha provavelmente vai gostar delas (ela já fala sincesa). Acho que contos de fadas fazem parte da infância de meninos e meninas e não considero que ela vá pensar que só viverá feliz para sempre se encontrar o príncipe encantado. Mas pqp, por que TUDO tem que ser das princesas e de gosto tão duvidoso???? Queria uma mochila pequena e uma lancheira grande, as mochilas pequenas eram todas rooooosa, com laaaaaços e gliiiiiitter e briiiiilho e apliiiiiicações e MUITO CARAS. Lancheira não achei nenhuma que me agradasse. Queria mesmo a mochila da Emília (do sítio) que achei fofa, mas não encontrei pequena e não tinha muito tempo para procurar. Acabei comprando uma da Polly (ninina, como a Lara diz) que foi a mais discreta (ou a menos espalhafatosa) e encomendando uma lancheira para o cunhado que está viajando, coitado, para comprar enxoval de gêmeos!!! Padrinho é para isso, ne?

quinta-feira, dezembro 29, 2011

Vovó

- Lara passou o Natal com a família da mamãe, em Goiás. Gente, como ela gostou!!! Amou a primaiada, correu atrás das crianças maiores o tempo todo, se desenvolveu tanto, é impressionante o salto que o desenvolvimento das crianças dá em viagens. Voltou meio triste, tadinha, chamando vovó, issa (tia Larissa, minha irmã), hoje acordou com o telefone tocando e chorou até que eu ligasse para a vovó! Uma fofura. Pega o telefone de brinquedo, diz "vovó, blablablabla, tchau, tchau, amém, bso", hohoho.
A levei no parquinho pela manhã e ela brincou o tempo todo com as outras crianças, coisa que nunca acontecia. Aprendeu em Goiás.

- Lado b: Lara inventou de bater e gritar. OH GOD!!! Não bate com raiva, bate para testar, em mim, no pai, na própria cabeça, na própria língua, na árvore de Natal, no sofá... Dizemos não pode e, quando ela não para, colocamos de castigo (1 minuto e meio sentada num cantinho, hello super nanny!!),mas, sinceramente, não sei se esse é o melhor approach. Tenho a impressão que seria melhor ignorar (ou dar um tapa na bunda, mas o meu marido é pacifista, hohoho), mas é difícil depois de um tapão na cara!! Alguém tem dicas???

- E está dormindo muuuuuito melhor, tk god! Depois do episódio da queda do berço, desistimos de força-la a dormir lá, arrumei um colchãozinho no chão ao lado do berço mesmo e ela curtiu a novidade. Dá um trabalho para iniciar o sono, mas tem dormido a noite inteira (ou acordado uma vez) e a gente acorda pela manhã com ela já do lado da nossa cama. (Em Goiás, dormiu no colchão do lado da cama da vovó, dormia tarde todos os dias mas apagava e só acordava sei lá que horas no dia seguinte porque eu estava era de férias, né?).

quarta-feira, novembro 16, 2011

15 meses







- Daí que a Lara não para de falar um segundo.
É um tal de “uglyuglyugly, blablabla” que a gente entende 1/3. E o vocabulário entendível cresce cada vez mais.
Fô (flor), ave (árvore), cocó (galinhas e pássaros em geral), fafa (girafa), muuuu, sança (dança, imitando a boneca que dança que ganhou da avó), mão (não, o tempo toooodo), tau (tchau), favô (por favor), sença (licença) gooool, oua (Lola, a boneca que na verdade se chama Lotta, mas mamãe não sabia), sense (Fluminense), cacaúca (tartaruga), auaua (arara).

- As duas últimas aprendeu a falar lá na Pousada do Rio Quente, passeio que eu muito recomendo para pais de bebês .Lara AMOU a água quente, as piscinas infantis, as bóias. Compramos uma boinha daquelas que enfiam as perninhas e foi a melhor coisa!! Com ela, íamos nas piscinas mais fundas e na de onda (umá do cerrado), que ela adorou, morria de rir. Fomos no feriado de 2 de novembro, cinco dias maravilhosos, e, como sempre digo, a melhor viagem so far. Vai ficando cada vez mais fácil, Lara já comia o almoço com a gente no hotel, as frutas do café da manhã (e até um bolinho, uma pamonha, um pequi...), ficava exausta da água quente, capotava no carrinho enquanto papai e mamãe jantavam (o que nuuuunca acontece em brasília) e só acordava no dia seguinte!!!

- Antes disso, tive minha primeira experiência viajando sola com Larinha. Tudo bem que foi para Goiania, de avião, o que significa vôos de 22 minutos!!! Mas há sempre o stress do aeroporto, o atraso do vôo, a passageira que se senta na poltrona do meio e se recusa a mudar para uma das pontas para dar mais espaço para você, a bebê e a tralha (!!!!!). Mas valeu muito à pena, fui para o casamento de uma amiga querida, husb não podia ir, fui sozinha para a cidade, sozinha para o casamento no qual eu só conhecia a noiva!!!! Por sorte, encontrei um amigo da pós e dançamos a noite inteira, me diverti horrores. Cheguei em casa às 4h da manhã (Lara ficou com a vovó, que mora lá)!!!

- E Lara ADORA o papai noel. Já viu o do Brasília Shopping, se jogou no colo dele. Amou também uma pessoa vestida de tartaruga (a cacaúca) lá na Pousada, abraçava, dava beijo, não sei se ela ainda não chegou na fase de ter medo ou se é destemida mesmo.

- Por falar em destemida, sobe em tudo essa Larinha!! Aprendeu nas escadas do parquinho, agora sobe essas escadinhas dobráveis (sabe?) com perfeição!!

- E eu deixo, sabe? Claro que, no caso das escadas, fico beeeem perto, mas acho que, nesse aspecto, sou uma mãe bem relax. Deixo andar, deixo descalça, deixo cair, deixo comer o que caiu no chão (não pode comer açúcar, mas germes, o que que tem??), deixo livre (Husband tem ataque do coração agora)

- E inventou um aaaa que precede as palavras que é uma coisa!!! Agora é aaaa mamãe, aaaa cacai, aaaa vovó, liiiindo de derreter coração!!

- E nana suas nenéns para dormir. Dá comida na boca delas. Pega a perninha e chuta a bola para que façam gols.

- E tira as próprias calças e joga no cesto de roupa suja

- E escova os próprios dentes (depois de eu escova-los, claro)

- E tenta colocar roupas em cabides e varrer o chão.

- E aponta cabelo, olho, boca, nariz, língua, dente, barriga, pé, mão...

- E responde que a vaca faz muuuu, o cachorro auau, o pato cácá (quáquá) a galinha cocó...

- E ficou gripada e teve que tomar antibiótico pela primeira vez

- E está dormindo melhor depois de tanta gripe, alergia, dentes. Mas em algum momento entre 5h e 7h vem para a nossa cama terminar a noite.

- E está tão fofa, tão fofa, mas tão fofa, que dá vontade de aperrrrrtar!!

terça-feira, setembro 27, 2011

Lara in Rio



Dando continuidade ao turismo de casamentos, fomos a família inteira para o Rio na sexta-feira passada. Segunda vez da Larinha na cidade do papai – quinta viagem em sua vida, uma menina cosmopolita. Fomos naquele pânico básico de como ela se comportaria no avião, levei brinquedo novo (do aniversário, que ainda tem um monte guardado), livro, comida e até um DVD para o último caso. Larinha surpreendeu. O avião em si já foi distração suficiente para ela, queria olhar pela janela, levantar e abaixar a janelinha e a mesa, brincar com os passageiros do banco de trás... Comeu, mamou, incomodou-se um pouco com a pressão (coçou a orelhinha, deu uma dó), tentei dar uma chupeta para ver se aliviava, mas, né, quem nunca chupou chupeta não vai começar agora. No final dos dois vôos ela dormiu. Fofa!!

E como viajar é cultura, Lara aprendeu três nova palavras : tadi, coque e umá. A primeira siguinifica “boa tarde” e foi dita a primeira vez em resposta ao cumprimento da aeromoça. E Lara seguiu dando “tadi” para toooodo o avião, foooooofa. A segunda palavra significa “Luke”, o nome do cachorro da minha cunhada. Pode significar também “sai Luke”, se for dita em tom bravo. Umá significa “mar”. Autoexplicativo.


Correndo na areia para engrossar a panturrilha

E a viagem, apesar de curtíssima, foi a melhor so far. Lara claramente percebeu que estava em um local novo, ficava olhando pela janela do taxi a paisagem, se empolgou muito na praia (apesar de não ter sol), amou o apartamento da tia, o elevador daqueles que têm gradinha (não lembro o nome, pantográfico??), a rua movimentada de carros...

*****

E eu vou me tornando especialista em resolver aquele que é sem dúvida um dos principais dramas das mães: como conciliar a maternidade e a... vida social (carreira tá tranqüilo, hohoho). O segredo, aqui, é: uma filha que dorme cedo + uma babá que dorme uma vez na semana + familiares que brigam para ficar com a Lara + um marido bonzinho que fica com a Lara para eu ir no show da Rihanna, hohoho.

quinta-feira, setembro 08, 2011

1a vez sem ela

Fim de semana passado viajamos a primeira vez sem a Larinha, que ficou com a vovó, titia e babá (para o trabalho pesado, hehe). Confesso que na véspera achei que não ia aguentar. Quase botei as coisas dela em uma mala e levei junto. A ida foi muito sofrida também, ficava imaginando milhões de tragédias que poderiam acontecer e eu longe da minha filha.
O fim de semana, por sua vez, foi muito bom. Fomos para um casamento de um amigo em uma cidade a 60 km de Fortaleza, um programa totalmente baby-unfriendly: além do avião, envolvia transfer e um festão em hotel que foi até as duas da manhã e não deixaria um bebê dormir. Fiquei meio com uma sensação de não ter onde por as mãos na praia ao meio-dia, me deu uma coceira umas duas horas depois e eu chamei husband para ir dar uma volta, procurar uma loja, fazer alguma coisa que quem aguenta ficar tanto tempo assim, deitada no sol? Desacostumada total do esquema relax.
Senti muita saudade, ligava várias vezes, mas adorei o passeio, adorei tomar caipirinha na praia e curtir a festa até a hora que husband não aguentou mais, acordar tarde (9h, na verdade, queria acordar meio-dia!!!), ir à praia com o sol escaldando, viajar com uma mala pequena...
A volta foi agoniante, queria chegar logo e acho, sinceramente, que dois dias longe da minha pitica de um ano foi de bom tamanho. A avó garantiu que ela ficou boazinha, chamou a mamãe vez ou outra mas dormiu, comeu e brincou muito, paparicada por sua entourage.
Enfim, o saldo da viagem foi positivo, mas ainda acho que ir para a Europa e deixar Larinha aqui semanas vai demorar. Talvez uns 18 anos?

******

E o vocabulário da minha filha só aumenta! Ela pode ser a cara do pai, mas é faladeira como a mãe, com certeza. Que eu me lembre, ela fala:

mamãe, mamá (mamar),mamã (mamão), cacai (papai), cacá (papar), cacá (calçar), vovó, vovê, eidí (Neide), nanana (banana), au-au, caco (macaco), abô (acabou), adê (cadê), neném, auá (alô), auá (água)....
´
Além de correr e marchar. Aprendeu no sete de setembro!

PS: Esqueci do "esse", que ela fala o dia inteiro apontando o que quer. E do "ijá", que complementa o nosso "1,2,3 e...". E ela fala "amêeee", me imitando, quando grito "amoooor" chamando o husband...

segunda-feira, abril 04, 2011

Manezinha


Essa areia é minha, essa aqui também e aquela mais na frente também


Sabe quando as coisas conspiram? Husband ia para Florianópolis nesse findi, eu tive folga na sexta, TAM fez promoção... Pulamos todos no avião e fomos todos para a capital catarinense!!
Foi a terceira viagem de Larinha, a primeira em hotel. Foi a melhor viagem com ela, que está interativíssima! Mas também foi a mais difícil, pelo mesmo motivo. Acabou aquela história de por ela no carrinho dormindo enquanto apreciamos a comida local. Lara não fica no carrinho mais. Muito menos dorme assim, na rua. Quer atenção o tempo todo, minha, do pai e do pessoal da mesa ao lado, por favor e agoraaaaaa!
Temia a minha menina espoleta no avião, mas os horários dos vôos ajudaram. Fomos bem tarde e voltamos bem cedo, então ela dormiu a maior parte nos dois – e aqui eu não sei como é voar com crianças que não mamam, porque ela sempre decola no peito.
O tempo ajudou e fez sol todos os dias, um sol baby-friendly que nos permitiu ir à praia nos horários dermatologicamente aprovados. E Lara, que da primeira vez que foi à praia aos quatro meses tinha achado areia um tanto estranha, dessa vez a-do-rou, pinto-no-lixo style!!
Já começava a bater as perninhas na primeira visão da areia, chegando lá ia para o chão e engatinhava para todos os lados, pegava areia, fazia bolinhos, destruía castelos e quase não colocava a mão na boca, o que ajudava bastante!
Do mar, ainda não foi dessa vez que Lara gostou. Água gelada, não ajudou, precisamos ir para o Nordeste!!
Outra dificuldade dessa viagem foi a alimentação. Foi a primeira vez que viajamos depois do início das papinhas, e eu sofri muito em apresentar Mr. Nestlé para Larinha criada a leitinho da mamãe e chuchu orgânico. Até tentei levar papinha congelada, mas era um vôo longo, atrasos, hotel longe do aeroporto, morro de medo de comida estragada e preferi a conservada à vácuo sem conservante (comofas?).


Moço, o senhor tem uma cenourinha orgânica aí por favor???

Frutinhas, nós pegávamos no café da manhã do hotel mesmo, aguinha mineral natural para completar e voila! Lara até comeu tudo (cominha um potinho e meio em cada refeição), mas hoje comeu com gosto a sopinha orgânica no almoço!!
No mais, se comportou lindamente, todo mundo queria pega-la (o que assustou essa mãe goiana acostumada com Brasília onde as pessoas riem para o bebê , mas não tocam) conversou muito com todo mundo (babababamamamamaagu, que Larinha agora fala palavras complexas), engatinhou na grama, na areia, dormiu no bercinho do hotel sem problemas e curtiu muito o fim de semana diferente. Praticamente uma manezinha da ilha!

terça-feira, janeiro 18, 2011

Minhas férias


Foto brega da primeira viagem de avião

O Rio de Xaneiro fez tão bem à Lara que, depois de ter engordado pouco no mês anterior, ela voltou a engordar mais de 800g no último! Também, com o tanto de braço que tinha para pegá-la, deu tempo da mamãe descansar muito e produzir muito leitinho, hohoho.
A viagem foi ótima! Na sua primeira vez no avião, na ida, Lara ficou um pouco entediada e deu uma choradinha (o moço na janela deve ter adorado), mas nada que um peitinho não resolva! Lara achou o Rio muito quente e teve que entrar no ar condicionado muitas vezes, o que eu evito fazer em Brasília. No primeiro dia na praia, não gostou muito dessa tal de areia, mas depois passou a adorar, querendo inclusive comê-la diversas vezes! O mar, ela achou lindo, mas muuuuito gelado, só deu para colocar os pezinhos! (Voltou tão branca quanto porque a nossa praia terminava 9h ou recomeçava às 18h, hehehe).


Meu biquíni não é lindo?

Lara gostou mesmo é do Natal, não só pela quantidade absurda de presentes que ela ganhou, mas pela decoração, amou as luzinhas e as árvores de Natal. Conheceu vários primos, inclusive um três meses mais novo que ela, olha só. Ficou tão feliz que aprendeu a virar, de costas para barriga para baixo, no dia 24! E não parou mais! Não quer ficar deitada nem para dormir à noite, gosta mesmo é de ficar de bruços!


Olha meu look natalino

Não viu o Papai Noel, que visitou a casa da bisa no dia 25, mas confesso que a mamãe aqui quase chorou quando viu aquele velhinho e todas as crianças em volta dele!
Lara também conheceu amigas muito queridas da mamãe - uma que mora no Rio e outra em São Paulo - quase conheceu a Lilata e seus gatos, mas a mamãe enrolou muito e, no último dia da viagem, o Dedé machucou o dentinho, mas está tudo bem!


Minha meia e filha da do papai!

Lara foi uma das únicas a se livrar de uma gripe que deixou a casa inteira doente, com febre, de cama! Mamãe passou uns dois dias só deitadona, amamentando de máscara, mas a pequena nem espirrou, viva o leite materno!
Além da praia de Copacabana, Ipanema e no Baixo Bebê, Lara foi ao Forte de Copacabana, almoçou no celeiro para ver as celebridades - onde brincou com a Betty Faria - foi ao Cervantes, ao Barra Shopping, passeou horrores no calçadão e fez muito sucesso no Rio! Agora está muito risonha, muito simpática, ri até para o vento e para a televisão, e gargalha de qualquer besteira que a gente faz!


Look reveillon


Olha como eu estou risonha

Enquanto isso...

Assim como em Goiânia, onde eu saí tranquila à noite, foi uma maravilha curtir o Rio tendo avó e tias disputando para cuidar da Lara! Fomos muito a barzinhos, cinema e até ao ensaio da Mangueira! O show da Amy foi um capítulo à parte! Ainda bem que foi no último dia! Foi a primeira vez que eu saí deixando a Lara acordada em casa, deixei um leitinho para a avó dar na mamadeira. Lara mamou, brincou e dormiu, nem sentiu a minha falta. E o show foi espetacular! Fiquei alucinada, pulando feito uma doida, cantando todas as músicas! Saí pulando do show, foi muito engraçado! E é óbvio que ela estava bebada, é óbvio que ela esqueceu metade das músicas e atravessou a outra metada, mas isso é Amy! Foi um show para quem é fã e, dá licença, eu sou!!!
Agora estou aqui, triste, triste, deprimida, porque volto a trabalhar no fim do mês. Mas isso é assunto para outro post.


Essas férias me cansaram muito!

segunda-feira, novembro 29, 2010

Lara's 1st road trip

E estamos aqui em Goiânia, na primeira viagem da Larinha, que veio visitar a família da mamãe. Muito comportada essa menina, não estranhou nada, riu pra todo mundo, mas está morrendo de calor, fica o dia inteiro de fralda, desperdício das roupas lindas que eu trouxe na mala gigantesca!
Daí que a minha mãe está achando que eu estou um tanto quanto neurótica, louca, desesperada. Minha mãe - pessoa que me deixou ir, com um ano de idade, sozinha com o marido da irmã dela, de onibus, para uma cidade a 100 quilômetros de Goiânia - acha que eu estou psicótica com a minha filha porque:

1) Eu não gosto que tirem a Lara do meu campo de visão.Pode até pegar, brincar, trocar fralda, mas deixa ela onde eu possa ver, por favor.
2) Eu não quis deixar a minha mãe ir sozinha com a Lara na padaria. Que fica a um quarteirão.
3) Eu MORRO de saudade da Lara dentro de casa quando ela está dormindo e fico reclamando.
4) Se eu saio depois de a Lara dormir eu fico ligando toda hora e perguntando se está tudo bem.E não deixo a minha irmã ir no banheiro depois de um filme de quase três horas para ir embora logo ver a Lara.
5) Eu acho que ninguem sabe cuidar da Lara como eu e só confio mesmo no pai dela para ficar com ela.
6) EU NUNCA DEIXARIA A LARA VIAJAR SOZINHA COM O MARIDO HIPOTÉTICO DA MINHA IRMÃ COM UM ANO DE IDADE!!!! Nem com cinco. Talvez com 15.

E aí, o que vocês acham?? Procuro um psicólogo? Vou direto no psiquiatra para tomar um tarja preta?? Me inscrevo no VLA - Viciados em Larinha Anônimos? Ou vou para um Rehab - eu só aceito se Larinha for junto e for quarto compartilhado!!!

PS: Quando a Lara nasceu, eu achei que a amava mais que tudo. Mas o que eu sinto por ela agora é absurdo! É um amor tão grande que doi o meu peito e dá vontade de chorar. Amor tipo o da mãe do Harry Potter, capaz de protege-la do Voldemort.Se a tendência é só crescer, eu acho que eu vou explodir de tanto amor.