segunda-feira, dezembro 03, 2007

Crime scene investigation



O problema é que a polícia brasileira é muito sem graça para quem vê CSI, Without a Trace e Close to Home. Tentaram roubar o som do meu carro, quebraram o vidro, mas não conseguiram tirar o som (HAHA) e não levaram nada, nem o sapato, nem o casaco, nem o CD do Chico, nem o do Damien, nem o da Maria Rita, nem o dos Beatles, nem o guarda-chuva, nem o jornal da semana passada, nem o livro do Coni.... É, tem muita coisa no meu carro. Fiquei revoltada, chorei e tals, mas poderia ser bem pior.
Enfim, quando cheguei à cena do crime, liguei imediatamente para a polícia. Não toquei em nada para preservar as evidências, né? Mas o cara do 190 nem aí. “Minha senhora, leva o carro na delegacia”. Mas como assim, o carro está cheio de pegadas, digitais, restos de suor!!! Vocês não vão medir a pegada, colocar no computador e imediatamente descobrir o assassino, digo, ladrão?? Vocês não vão passar aquela luz ultravioleta, ver restos de sangue e fazer o exame de DNA?? Vocês não vão analisar o vidro e descobrir a arma pontiaguda de 20 cm que foi usada para quebra-lo?? Sério, na delegacia nem sequer olharam o meu carro e recomedaram que eu não fizesse a perícia porque demoraria muito! Vou te contar, hein, a vida deveria imitar a arte de vez em quando.

5 comentários:

Renata disse...

hahaha. Adorei.
Sou louca por CSI e acho o máximo as investigações!!! Pena que vc não acompanhou uma de pertinho!rs!

Renata disse...

tadiiinha!

mas ainda bem que não levaram nada. (e eu pude morrer de rir da história das digitais e do dna sem culpa)

Helen disse...

Pôxa, que chato, lolo :(

Mas eu vim te dizer que o Umbigo tá em reforma, reabre na seunda, vai lá, tá?

beijo!

Elise disse...

e como deveria... tem dias que acho tudo tão menos empolgante do que na tv...

Renata R. disse...

Já riscaram a porta inteirinha do meu carro. Do meu irmão, já quebraram o vidro do carro três vezes, levaram rádio e até uns cds meus que estavam por lá. Ele nem se dá ao trabalho de ir à delegacia mais. Triste nossa realidade.